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O Prazer... de Viver
Quebra da Confiança e Ruptura
Relação Amorosa – Sexo e Afeto
São inúmeros os fatores que podem motivar a busca pela psicoterapia de casal. A relação “esfriou” é um sentimento comum porém o mais freqüente é uma disputa consciente ou não, expressa de diversas maneiras, sendo bastante freqüente o sentimento de não estar recebendo (carinho, atenção, respeito) em nível satisfatório.
Parte dessas ocorrências tem a questão sexual como instrumento na disputa inconsciente (A Guerra Conjugal – Dalton Trevisan – Joaquim Pedro de Andrade) que pode acontecer de forma mais ou menos explícita.
Essas questões podem ser somatizadas, parte delas nos órgãos genitais, ... Clique para Ler Mais
Mãos Dadas
Há um aspecto simbólico importante em um casal que caminha de mãos dadas. Além do contato físico e das eventuais trocas químico-elétricas, há um ajustamento dos passos e isso nos remete a um mais amplo caminhar juntos.Um casal se une com o objetivo não explícito e, na maioria das vezes inconsciente, de fazer parte.
Fazer parte, conforme detalhamos em Pertinens, é uma necessidade instintiva, isto é, está além de propostas racionais.
Buscamos constituir um castelo onde nos sentimos fortes, amparados, reconhecidos e acolhidos em nossas qualidades e defeitos, forças e fraquezas. Com uma pessoa, diferente de nós, ... Clique para Ler Mais
Distanciamento Emocional e Justificativas Racionais
Trecho do livro de Georges Simenon – E. Nova Fronteira
Amar - Quem Nasce Sabendo?
Não paramos para pensar nisso, mas agimos como se fosse inerente à natureza humana saber amar. Não é. Aprendemos o apego, o afeto, a empatia em nossa primeira infância. Nossos receptores de informações do mundo externo surgem quando estamos ainda no útero e, através deles vamos aprendendo a sentir. Levamos cerca de 20 anos (mas precisamos cada vez de mais tempo) para processarmos as informações percebidas e sentimentos que elas nos provocam, de forma integrada com a nossa lógica e julgamento.
Nascemos sim precisando do “outro” e, mais que alimentar-nos, é ele que, como um espelho refletindo nossa imagem, nos “prova” que temos uma existência. Precisamos do “outra” também quando adultos e é para que o “outro” reconheça o nosso valor, que... Clique para Ler Mais
Individualismo e Afetividade
Há os que adiam e desistem, os que preferem investir em viagens e os que preferem dedicar-se aos seus animais de estimação. Já há muitos "sites" de quem defende a vida a dois e apenas dois. Veja por exemplo o www.childfree.net, cujos membros escolheram esse nome para evitar serem tomados por pessoas que desejam filhos apesar de não os terem, caso usassem o tradicional childless.
Estão "livres das crianças"!
Acredito que não seja apenas um direito, mas um dever as pessoas defenderem suas crenças. Neste caso específico é mesmo "uma benção" que as pessoas que não se identificam com os papéis de pai e mãe, não os assumam pois a história mostra que o resultado não é nada bom.
Crianças necessitam de muita dedicação!
Por outro lado é necessário que as pessoas que acreditam Clique para Ler Mais
Por que estar "com"?
A psicogênese da pulsão ao relacionamento se estabelece desde a vida intra-uterina e se desenvolve na primeira infância. Depois, na adolescência, tomamos consciência de que somos incompletos, já que nossa função reprodutiva não se completa sem a existência de uma outra pessoa: o OUTRO.
Precisamos do outro permanentemente mesmo que não tomemos consciência disso, conforme os exemplos: Clique para ler mais
